Holly Hood encerra trilogia com concerto especial no Coliseu dos Recreios

05-09-2025

Holly Hood, um dos nomes mais influentes do hip-hop português, vai assinalar o fecho da trilogia iniciada com O Dread Que Matou Golias (2016) e continuada com Sangue Ruim (2019), com um concerto único no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, no dia 14 de março de 2026. O ano marca também uma década de carreira do rapper.

Os bilhetes já se encontram disponíveis nos locais habituais e em everythingisnew.pt.

Natural da Linha da Azambuja, Holly Hood destacou-se inicialmente ao lado de Regula, mas foi a solo que se afirmou como uma das vozes mais originais da sua geração. Com metáforas afiadas, punchlines técnicas e uma estética própria, construiu uma identidade que equilibra a tradição do rap com a modernidade do trap, em colaboração estreita com o produtor Here's Johnny e o coletivo Superbad.

A sua escrita, marcada por agressividade lírica, duplos sentidos e profundidade conceptual, reflete uma visão artística singular. Holly Hood tem vindo a criar um verdadeiro universo autoral, no qual música, imagem e simbolismo se fundem — das capas ilustradas aos videoclipes de forte carga visual.

No Coliseu dos Recreios, o público poderá revisitar os clássicos que consolidaram Holly Hood como referência maior da música portuguesa e testemunhar, pela primeira vez ao vivo, o terceiro álbum da trilogia. Um espetáculo imersivo que fecha um ciclo artístico de dez anos.

Everything is New | Foto: D.R.

A morte de Dolly Parton, aos 80 anos, provocou uma onda de homenagens em todo o mundo. Na passada quinta-feira, "Jolene", um dos maiores clássicos da cantora norte-americana, chegou ao primeiro lugar das músicas mais ouvidas globalmente no Spotify, com mais de 4,7 milhões de reproduções em 24 horas.

Harry Styles revelou as razões que o levaram a ficar quase quatro anos afastado das digressões. Em entrevista à revista W Magazine, o cantor britânico explicou que precisava de tempo para reencontrar a sua identidade para além da música e da exposição pública.

Entre a vulnerabilidade e a força, o passado e o futuro, xxMia apresenta "Moonlogue", o seu primeiro álbum a solo. Um disco de identidade, liberdade e afirmação, criado sem inteligência artificial e profundamente ligado à experiência humana.

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