Joaquina apresenta ''ya no estoy''
Joaquina, artista venezuelana de pop latino e vencedora de um GRAMMY® Latino, apresenta "ya no estoy", o seu novo single.
A Zona Histórica de Loulé abriu mais uma vez as portas ao mundo aos milhares de visitantes que quiseram celebrar a multiculturalidade. Foi no dia 29 de junho, que arrancou a 19ª edição do Festival MED, apresentando até 1 de julho um cartaz variado assente nas músicas do mundo, mas onde outras disciplinas culturais também estiveram também em foco.
Este ano, a viagem passou por 18 países de sonoridades bem distintas, por muitos momentos de alegria, por novas experiências musicais, por novas fusões de estilos, por novas descobertas, por muitas surpresas, por momentos únicos.
Artistas e sonoridades para todos os ouvidos e gostos proporcionaram uma verdadeira viagem musical que arrancou no Mali passando pelo Brasil, Cabo Verde, Jamaica, Itália, Espanha, Marrocos, Síria, Roménia ou Estados Unidos e muitos outros.
Naturalmente que Portugal também esteve bem presente, desde logo no primeiro dia com o fado na voz de Sara Correia e no último dia a celebração dos 40 anos dos Sétima Legião. Passaram ainda pelos palcos artistas nacionais como Club Makumba, Pedro Mafama, Zeca Medeiros, Nanook, Bandua, Quintetango, Monda e Amar Guitarra.
Mas o Festival MED vai muito além da música e outras vertentes culturais tiveram lugar de destaque como o Cinema, a Literatura, as Artes de Rua, Artes Plásticas, Gastronomia ou Artesanato.
Um Open Day realizou-se no domingo, dia 2, já sem os grandes palcos, mas com a entrada gratuita, permitindo que todos tivessem a possibilidade de sentir um pouco da essência do Festival MED, por exemplo através dos verdadeiros sabores do Mediterrâneo.
A um ano da celebração dos 20
anos que serão celebrados em 2024, nesta edição reafirmou-se a consolidação e a
posição que o MED alcançou no contexto da rota de festivais europeus de World
Music.
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