João Borsch edita segundo álbum de estúdio ''É Só Harakiri, Baby''

27-05-2023

Já chegou a todas as plataformas digitais o segundo registo de originais de João Borsch, "É Só Harakiri, Baby". O sucessor do ousado "Uma Noite Romântica com João Borsch" conta com 14 faixas das quais fazem parte os singles "Pólvora", "Deixa-me em Paz (Chagas)" e "Nunca Consigo Recusar". O multi-instrumentista apresentou o novo trabalho ao vivo na passada sexta-feira no Musicbox esgotado e dia 02 de maio sobe ao palco do Plano B, numa noite partilhada com Rita Onofre.

Depois de uma ousada primeira impressão deixada com o álbum de estreia ", João Borsch, natural do Funchal, está de regresso com "É Só Harakiri, Baby", um álbum-musical que explora os vícios, as suas consequências, a introspeção e o medo paralisador de se ser vulnerável. O disco continua a linha de ambição do artista, explorando os limites da sonoridade e ambientes pop, com saltos vertiginosos de género e estilo ao longo da tracklis, sempre com um foco crescente na escultura tímbrica e ambiental. Nesse sentido e nesta linha artística, faria apenas sentido uma conclusão lógica: um disco conceptual, ou melhor, um musical de art pop, com uma narrativa e personagens definidas, irónico, folião, escandaloso e arrasador. 'É Só Harakiri, Baby' leva os ouvintes a acompanhar uma personagem hedonista e as consequências de uma vida de vícios, insegurança e auto-destruição, entre a Terra e o Inferno, moldando o espaço e o tempo pelo caminho.

É Só Harakiri, Baby" remete quem o ouve para as sonoridades dos anos 70, com arranjos meticulosos e instrumentação exuberante, contando com a participação especial de João Roque, da banda Mordo Mia.

Think Out Loud | Foto:D.R. 

Depois de "Scars On My Heart", J.MYSTERY apresenta agora "Change", o segundo avanço do seu próximo EP. O tema explora responsabilidade, escolha e a urgência de agir, num tom íntimo que mistura medo e esperança.

A edição de 2026 do "Conta-me Uma Canção" terminou no passado dia 17 de fevereiro com chave de ouro. A dupla formada por Samuel Úria e Rui Reininho esgotou a sala do Teatro Maria Matos meses antes do espetáculo, confirmando a expectativa em torno de um encontro que prometia e cumpriu música, histórias e uma cumplicidade rara em palco.

Viajamos até ao coração do Alentejo, mas talvez como nunca o ouviu antes. A tradição do cante, património imaterial da humanidade, encontra-se com paisagens sonoras inesperadas, sintetizadores analógicos, texturas eletrónicas inspiradas nas décadas de 60 e 70, e uma abordagem artística que promete surpreender.

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