Festival Sons da Terra regressa em 2020 após esgotar 1ª edição

Foi com o coração a transbordar de alegria que a organização do Festival Sons da Terra chegou ao fim de três dias da maior celebração da portugalidade, marcados pelos sorrisos e pela comunhão entre artistas e público. A Fábrica da Pólvora transformou-se numa aldeia global pintada de todas as cores, idades, trajes e gentes de todos os cantos de Portugal. O sentimento da organização é de imensa gratidão: do público que esgotou os passes e bilhetes diários, aos artistas que proporcionaram concertos memoráveis, passando pela recepção e apoio da Fábrica da Pólvora e claro, do Município de Oeiras, sem o qual não teria sido possível materializar este sonho, todos tornaram esta 1ª edição do Festival Sons da Terra num projecto único, que continuará a crescer em 2020.

O Festival Sons da Terra decorreu no passado fim-de-semana, a 19, 20 e 21 de Julho, em Oeiras, esgotando os bilhetes diários com acesso ao palco principal para os espectáculos de Ana Moura e Vitorino, assim como os passes de 2 dias. O festival começou na sexta-feira, com um dia de entrada livre, e transformou a Fábrica da Pólvora na casa de Portugal. Celebrou-se a nossa cultura e raízes, num espaço inédito capaz de agregar a música, cantares, artes performativas, artesanato, trajes e gastronomia do país inteiro.

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Além dos cabeças-de-cartaz, a Fábrica da Pólvora acolheu concertos de Ana Laíns, Adiafa, Cantadeiras do Vale do Neiva, Daniel Cristo, João Frade,Pauliteiros de Miranda, Rão Kyao, entre muitos outros. O recinto mágico daFábrica da Pólvora recebeu nestes três dias um público diverso, de todas as idades, com destaque para a participação de numerosas famílias, que viveu a experiência tradicional portuguesa nos vários espaços e actividades do recinto, desde o Jardim das Oliveiras, à Caldeira dos Engenhos, a Praça do Sol ou oPátio do Enxugo, por onde se espalharam concertos, actuações, mercados e até a mítica Tasca do Chico.

O Festival Sons da Terra foi criado por Diogo Clemente, que assina a direcção artística, e promovido pela Câmara Municipal de Oeiras, tendo como missão receber todos os que querem viver o que é ser Português.

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