Entrevista com Javisol

22-03-2025

JAVISOL é mais do que uma banda, é um retrato em constante busca pela luz que muitas vezes perdemos de vista. É uma paisagem onde o sol nasce quando a noite se põe.

Tudo começa na natureza artística de Tiago Jesus, que procura abraçar os ouvintes, através da partilha honesta das suas dores que, inevitavelmente, nos tocam a todos nós.

Em 2019, o instrumentista e produtor André Morais junta-se para trabalhar com Tiago no seu projeto. Amigos de longa data, embarcaram numa viagem de criação e pesquisa de várias direções musicais, até que em 2020 juntou-se o baterista Bruno Mimoso, e em 2022 deu-se a entrada do guitarrista João Aguiar. Em 2024 com a sua entrada na agência tuff, lançaram um EP dos seus temas ao vivo no MusicBox e no mesmo ano, Ricardo Rodrigues passa a ocupar o lugar na bateria, marcando um novo capítulo na história da banda.

Os espetáculos ao vivo são uma experiência única, uma fusão de sentimentos profundos e íntimos, onde cada palavra cantada na voz de Tiago Jesus nas suas letras é tangível. Prova disso, é o reconhecimento com o prémio de "Melhor Espetáculo" do Festival Emergente em 2022.

JAVISOL são canções cruas, verdadeiras e ao mesmo tempo, uma explosão onde se ouvem gritos de euforia. Um projeto rock recheado de influências e marcadamente de mãos dadas com a música portuguesa e o fado.

2025 fica marcado pelo lançamento do primeiro disco de originais, intitulado "JAVISOL".

Tsunamiz lançou no passado mês de dezembro o seu oitavo álbum de estúdio, Love Is Never Enough, um disco cru e humano que aborda a desilusão, a impotência e o desencanto social. O trabalho reflete o percurso pessoal de Bruno Sobral, músico do Seixal que cresceu num contexto humilde e que, apesar das limitações estruturais e da precariedade do...

No Dia de Reis, 6 de janeiro de 2026, Ana Tereza apresentou o seu mais recente single, "O Natal não é Quando o Homem Quiser", uma canção que propõe um olhar sensível e reflexivo sobre o Natal. A artista afasta-se das narrativas festivas tradicionais para dar lugar à introspeção, à memória e à condição humana.

O cinema brasileiro alcançou um feito histórico ao vencer duas estatuetas nos Globos de Ouro. O Agente Secreto, de Kléber Mendonça Filho, foi distinguido como Melhor Filme em Língua Não Inglesa, enquanto Wagner Moura conquistou o prémio de Melhor Ator, tornando-se o primeiro brasileiro a vencer nesta categoria.