Boa Esperança regressa a Lagoa com a revista ''Já Nem o Mexilhão Tem Cabelo''

17-06-2025

O grupo de Teatro do Boa Esperança está de volta ao Auditório Carlos do Carmo, em Lagoa, com a mais recente edição da sua emblemática Revista à Portuguesa, intitulada "Já nem o Mexilhão tem Cabelo". O espetáculo sobe ao palco nos dias 26, 27 e 28 de junho, sempre às 21h00, prometendo noites de boa disposição, crítica mordaz e muita música. Os bilhetes já se encontram disponíveis em cmlagoa.bol.pt.

Com autoria de Carlos Pacheco, que assina os textos e as letras das canções, esta revista combina humor, irreverência e atualidade, abordando temas políticos e sociais que marcam o quotidiano dos portugueses.

O elenco reúne nomes do panorama artístico, como Carlos Pacheco, Telma Brazona, Filipa Goulart, Isa de Brito, Marcos André, Catarina Duarte, Mariana Jobling, Maria Martins, Jenifer Novais, Rita Ferreira e Leonor Mitelo. Juntos, dão vida a uma série de quadros humorísticos recheados de sátira, criatividade e muito improviso, intercalados com momentos musicais que prometem animar o público.

O espetáculo começa com uma viagem no tempo, transportando os espectadores para um mundo anterior às redes sociais, à burocracia moderna e às filas de supermercado, numa recriação cómica da origem da sociedade atual. Entre os momentos altos da revista está o regresso do hilariante casal Olga e Aníbal, que desta vez protagoniza uma ida caótica à praia, e o quadro "Justiça sem Espinhas nem Cabelo", que promete arrancar gargalhadas com retratos bem reconhecíveis da vida real.

Outros destaques incluem os números "Casamento no Primeiro Encontro" e "E Tudo a Mala Levou", que trazem ao palco personagens caricatas e situações tão surreais quanto divertidas.

"Já nem o Mexilhão tem Cabelo" é mais do que uma revista, é um espelho do país feito com humor, crítica e talento, numa experiência que promete deixar o público a rir... e a pensar. 


A edição de 2026 do "Conta-me Uma Canção" terminou no passado dia 17 de fevereiro com chave de ouro. A dupla formada por Samuel Úria e Rui Reininho esgotou a sala do Teatro Maria Matos meses antes do espetáculo, confirmando a expectativa em torno de um encontro que prometia e cumpriu música, histórias e uma cumplicidade rara em palco.