Billie Eilish foi a grande vencedora dos Grammy Awards 2020

Teve lugar no mítico Staples Center, em Los Angeles, a 62.ª edição dos Grammy Awards, que provou ser verdadeiramente histórica para Billie Eilish.

Eilish tornou-se a primeira mulher e a segunda pessoa na história a vencer, no mesmo ano, os quatro principais prémios nos Grammy Awards - Artista Revelação, Gravação do Ano ("bad guy"), Álbum do Ano ("WHEN WE ALL FALL ASLEEP, WHERE DO WE GO?") e Canção do Ano ("bad guy"). Billie Eilish recebeu ainda o prémio de Melhor Álbum Pop Vocal, perfazendo um total de cinco Grammys.

O seu irmão, Finneas, foi ainda distinguido com os prémios de Produtor do Ano (Não-Clássico) e Melhor Engenharia de Som de Álbum Não-Clássico (por "WHEN WE ALL FALL ASLEEP, WHERE DO WE GO?").

Também os The Chemical Brothers saíram vitoriosos, tendo levado para casa os troféus de Melhor Gravação de Dança (com "Got to Keep On") e Melhor Álbum de Eletrónica e Dança (com "No Geography").

Lady Gaga também foi duplamente premiada, graças à banda sonora do filme "A Star Is Born". Foi distinguida nas categorias de Melhor Banda-Sonora para Media Visual e de Melhor Canção Composta para Media Visual ("I'll Never Love Again").

Alejandro Sanz tornou-se o artista espanhol mais premiado na história dos Grammys ao conquistar, este ano, o prémio de Melhor Álbum Pop Latino com "#ELDISCO".

Na área do jazz, Esperanza Spalding recebeu o galardão de Melhor Álbum de Jazz Vocal com "12 Little Spells".

Já na música clássica, o maestro Gustavo Dudamel e a Orquestra Filarmónica de Los Angeles foram premiados com "Norman: Sustain" na categoria de Melhor Atuação Orquestral. A violinista Nicola Benedetti recebeu o prémio de Melhor Solo Instrumental de Clássica por "Marsalis: Violin Concerto; Fiddle Dance Suite". Já Jacob Collier recebeu os galardões de Melhor Arranjo: Instrumental ou A Cappella (com "Moon River") e Melhor Arranjo: Instrumentos e Vozes (com "All Night Long").

A compositora Hildur Guðnadóttir foi ainda premiada pela banda sonora da série televisiva "Chernobyl" na categoria de Melhor Partitura Original para Media Visual.

Na world music, Angélique Kidjo saiu vitoriosa com o álbum "Celia", considerado o Melhor Álbum de World Music.

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