O programa de rádio ao vivo "Choque Frontal Ao Vivo", da Alvor FM, regressou na passada quinta-feira, 26 de março, ao Teatro Municipal de Portimão (TEMPO), para mais uma sessão que voltou a afirmar o caráter intimista e próximo deste formato radiofónico. A convidada da noite foi a cantora e compositora Zinha, que protagonizou um momento de música e...
A romaria dos Miss Universo continua ao tom da ''Canção da Rua''

A canção saiu à rua em primavera abrilista e deu de caras com a incerteza. Os anos passaram às dezenas e a promessa que os tempos de mudança haviam prenunciado parece, afinal, não se ter chegado a cumprir. Português em conflito de identidade num país que não (o) reconhece. Assim surge a "Canção da Rua", produto de quem finca pé em "Ser Português", matéria de que são feitos os Miss Universo.
No seguimento do single inaugural "Ser Português", a dupla formada por Afonso Branco e André Ivo volta a fazer das suas, que por enquanto ainda são poucas, mas que dentro em breve se esperam mais. Apresentações feitas no tema de estreia, inocentemente ambicioso na forma e, sobretudo, no conteúdo, a segunda impressão não só confirma a primeira, mas projecta essa ambição para uma dimensão bem mais tangível no devido contexto.
Novamente escrita e composta a quatro mãos — desde a letra ao instrumental, passando pela realização audiovisual —, "Canção da Rua" configura o segundo single de um primeiro álbum a ser editado pelo duo Miss Universo ainda este ano.
E é canção de Abril num ano em que Abril tem especial simbolismo, munida de argumentos de peso que não se ficam pela carga simbólica dessas celebrações de contornos muito particulares. O espírito continua libertino, não fossem, sob o manto de Miss Universo, Afonso Branco e André Ivo em causa inequivocamente própria. E "Canção da Rua" permite-se a reflectir precisamente sobre a emancipação dessa liberdade, com mais dúvidas que respostas, num tempo em que nada do que se garantiu se dá, agora, por certo. Dar uma no cravo e outra na ferradura, que a liberdade não são só flores, mas Abril também tem os seus espinhos.
Universal Music
No passado dia 20 de março, a cantora e compositora Rita Rocha, de apenas 19 anos, subiu ao palco do Coliseu do Porto perante uma sala completamente esgotada, confirmando a sua impressionante ascensão no panorama musical português.
A Trovante regressaram em grande à MEO Arena nos dias 20 e 21 de março de 2026, protagonizando duas noites que confirmaram aquilo que há muito se suspeitava: há repertórios que não envelhecem, apenas ganham novas camadas de significado.
Expresso Transatlântico estreia ''Trópico Paranóia'' com duas noites memoráveis no Porto e em Lisboa
O Expresso Transatlântico deu início ao novo capítulo da sua carreira com dois concertos esgotados que marcaram a apresentação ao vivo do mais recente álbum, Trópico Paranóia. As atuações tiveram lugar a 13 de março, na Casa da Música, no Porto, e no dia seguinte, 14 de março, no Capitólio, em Lisboa, reunindo um público entusiasta e cada vez...




