Fernando Daniel terminou, no passado dia 21 de fevereiro, a sua tour VHSessions com duas sessões completamente esgotadas no Coliseu de Lisboa, fechando com chave de ouro uma digressão que passou por França, Estados Unidos, Reino Unido, Suíça, Luxemburgo e diversas cidades portuguesas.
A Música Japonesa ouve-se no Museu do Oriente

António Luís Silva interpreta, no Museu do Oriente, um recital de piano que viaja pela história da música japonesa dos séculos XX e XXI. No dia 17 de Dezembro, às 18:00, escutam-se melodias de grandes compositores nipónicos, bem como canções tradicionais, música impressionista, minimalista e influências do jazz e rock.
Do estilo, às cores ou às filosofias por detrás da escrita, a música japonesa para piano é altamente diversificada. Neste recital, o pianista, compositor e improvisador português António Luís Silva apresenta um repertório transversal, com temas de compositores como Sonoh Terauchi, Minako Tokuyama, Hisatada Otaka, Saburo Takata e Karen Tanaka.
Pianista de carreira internacional, António Luís Silva tem-se destacado não só pelos inúmeros prémios obtidos em importantes concursos internacionais e pelos concertos em emblemáticas salas, mas também pelos programas exóticos que apresenta, com obras oriundas de todo o mundo, especialmente da Ásia Oriental e Central, América Latina e África. No Museu do Oriente, António Luís Silva traz a palco melodias que acompanham a história da música no País do Sol Nascente, com obras escritas desde o início do século XX.
A primeira obra para piano alguma vez composta por um japonês é da autoria de Rentaro Taki. Trata-se de um minueto criado ao puro estilo clássico alemão, em 1900, já perto do final do reinado do imperador Meiji. A escrita musical nipónica da viragem do século XIX para o XX copiava o estilo ocidental clássico-romântico.
Duas décadas mais tarde, a transformação musical nipónica fez-se sentir de forma repentina. Toru Takemitsu, nome incontornável da música no Japão, introduziu o conceito de música eletrónica. O programa deste recital reflecte a evolução melódica da música no Japão ao longo do último século, terminando com uma rapsódia sobre temas tradicionais, da autoria de António Luís Silva.
Programa
Sonoh Terauchi (1959-) | Suite Ikaruga
- Old Village of Ikaruga
- Sitting Buddha
- Goddess of Fortune in Joruriji temple
- The statue of Asura
Minako Tokuyama (1958-) | Musica Nara
Hisatada Otaka (1911-1951) | Sonatina pour Piano
- Allegro Moderato
- Adagio Recitativo
- Allegro Vivace
Saburo Takata (1913 - 2000) | Préludes
- The Sunlight Dances in the Wind
- Down in the Blue Valley
Karen Tanaka (1961-) | Water Dances
- Very Lightly with Flow Very Softly with Shimmering Light
- Very Lightly, like a Harp
António Luís Silva (1991-) | Rapsódia sobre temas tradicionais japoneses
A edição de 2026 do "Conta-me Uma Canção" terminou no passado dia 17 de fevereiro com chave de ouro. A dupla formada por Samuel Úria e Rui Reininho esgotou a sala do Teatro Maria Matos meses antes do espetáculo, confirmando a expectativa em torno de um encontro que prometia e cumpriu música, histórias e uma cumplicidade rara em palco.
Os Os Quatro e Meia regressaram à MEO Arena nos dias 13 e 14 de fevereiro para dois concertos esgotados que confirmaram o momento sólido que o sexteto de Coimbra atravessa. Perante mais de 25 mil pessoas, a banda transformou o Dia dos Namorados numa celebração coletiva de romantismo, humor e cumplicidade.
O ciclo "Conta-me Uma Canção" regressou no passado dia 9 de Fevereiro ao Teatro Maria Matos, para a segunda noite da edição de 2026, desta vez com a dupla Benjamim + Tozé Brito. Mais uma vez, o público confirmou o sucesso e a singularidade deste formato intimista, onde canções e histórias caminham lado a lado.
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